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19/06/2009

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Aprova de que se não pode vence-los, junte-se a eles!!
hehe...
Abs!

Olá Jo, obrigado por sua visita e por tão inteligente comentário.

Tem um vídeo rolando na Internet que vai te ajudar com a incômoda dúvida de higiene e, certamente, aliviar futuros complexos: http://www.youtube.com/watch?v=RVMxe_QQ3Fc

Espero ter ajudado. Atenciosamente,

Rodolfo.

Bando de bichas retardados! Vão achar o que fazer! Peça por Freud como se limpra o cú, pra não ficar com complexos reprimidos no futuro!Odeio essa cambada de psicólogos!!!

Olá, Júlio, suas observações fazem todo sentido e, de fato, todos os Experimentos têm diversas limitações embutidas em seus métodos - mas que não desmerecem os resultados finais - e, por isso, devemos considerá-las em nossas conclusões. Senão vejamos:

A taxa de erros foi realmente gritante. Façamos algumas contas:

1. O erro esperado era de 2,8%, ou seja, dos 1.968 testes realizados (123 voluntários x 16 testes cada) eram esperados 56 erros normais, isto é, independente de os assistentes terem errado em grupo;

2. 75% dos voluntários erraram ao menos uma vez, o que dá 92 erros (123 x 75%);

3. 37% dos voluntários (123 x 37% = 45 voluntários) erraram a maioria das respostas. 45 voluntários x 12 erros induzidos x 51% = 275 erros. Repare que considerei apenas as 12 respostas "erradas" dos assistentes, assim como 51% como "maioria das respostas" o que, em ambos os casos, é conservador. Imagino que nesse caso a resposta é cumulativa à anterior (todos os que erraram a maioria, também erraram ao menos uma vez - até porque 75% + 37% ultrapassa 100%) e, por isso, devemos subtrair os resultados. Temos aqui, então, 275 - 92 = 183 erros;

3. 5% dos voluntários erraram todas as respostas. Certamente aqui ele se refere às respostas erradas dos assistentes. Então são 6 voluntários errando todas as 12 respostas erradas = 72 erros.

Temos, assim, um total de 92 + 183 + 72 = 347 erros, em vez dos 56 esperados. São 6,2 vezes mais.

De fato esse número é bastante relevante e mostra a validade da pesquisa. Com relação ao tempo, tédio e outras questões ambientais, precisamos entender que são as reduções de variáveis necessárias à realização de um experimento. O pesquisador procura isolar as demais interferências para que possa observar um determinado comportamento. O que ele procura mostrar é que se uma pessoa se encontrar numa situação semelhante - isto é, onde o grupo exerça algum tipo de pressão - ela tenderá a se comportar de maneira semelhante.

Sobre a representatividade do grupo, acho que ela apenas reforça as conclusões uma vez que, sendo estudantes de Harvard, seria de se esperar que tivessem mais independência de pensamento e, portanto, "errassem" menos.

Por outro lado, o voluntário pode ter pensado da mesma maneira: "Ora, esses caras aqui são estudantes de Harvard. Eles não podem estar errados!" e isso talvez o tenha influenciado a ir com a maioria. Mas essa teoria caiu por terra na "variante do ceguinho".

Mas certamente que isso é uma hipótese, não uma confirmação. Boas doses de ceticismo e crítica são sempre saudáveis, até porque nos ajudam a entender melhor a mecânica do estudo e suas conclusões.

Sua observação final sobre o meio é totalmente pertinente! É claro que a influência do ambiente é muito maior do que a genética. Vários estudos sobre pares de gêmeos separados depois do nascimento comprovam isso. Ninguém nasce mau ou bom. Ainda bem!

Grande abraço,
Rodolfo.

esqueci de falar...

e o pior é que acredito no poder da influência do meio... aliás defendo isso com unhas e dentes frente à onda do " já se nasce assim pois vc tem um gen que se liga ao entrar em contato com o fator"

sou adepto da tábula rasa... mas por senso comum ...

mas não acredito na pesquisa que "prova" isto.
um abraço.

Bom ,

vamos lá:

75 % (dos que não desconfiaram) erraram a resposta pelo menos uma vez.

tem que se checar se essa resposta errada não foi tão gritante assim(já que o erro era de 35 para 1) ou até desatenção... ou tédio ou pressa etc.

quantos dos 123 realmente erraram por causa da pressão?
quantos desconfiaram do teste? esses dveriam ser tabulados como quem não se deixa convencer e não descartados.

e principalmente ... por quanto tempo eles seriam enganados? horas? dias? anos?

o fator tempo parece não entrar nesse estudo. o que equivaleria em repetição do estudo científico e assim verificar sua veracidade e importância. como repetir o teste com as mesmas pessoas?

além do mais essa amostra é confiável? representativa?

veja... não digo que não tem valor ... mas as conclusões são apressadas demais...

vamos colocar como hipótese... e não confirmação.

um abraço.
excelente texto.

Olá Rodolfo.

Acho então que aquelas pessoas consideradas alfa pelas agências especializadas em buscar tendências não são as que realmente contribuem com suas experiências pessoais e considerações particulares. O que não impede que elas consciente ou inconscientemente sirvam determinados grupos sociais e trabalhem na manutenção do poder e status.

Abraços

Excelente artigo! Vou voltar aqui sempre!

Clapt Clapt...caiu como uma luva este artigo Rodolfo...nem imaginas como... :)

Abraços!

Vai achar que sou mentiroso... HOJE no caminho para o trabalho li sobre esse estudo do comprimento da linha no livro "Risk" (Dan Gardner) que já havia recomendado pra vc. Estou na 150pg de umas 350pg e posso dizer que é sensacional!
Parabéns pelo artigo!

Abrax

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